
Olá!
Meu nome é Juliana Mollet, psicóloga, psicanalista e pesquisadora.
Tenho 8 anos de experiência como psicóloga clínica, atendendo pessoas de todas as idades.
Durante o doutorado, morei um ano na Espanha e abri meus horizontes de mundo. Nunca mais parei de viajar desde então.
Atualmente, sou uma imigrante brasileira na França e continuo com meus atendimentos de forma online, ajudando pessoas do mundo todo a entenderem melhor suas dores.
CRP 06/67583
Talvez você esteja se sentindo angustiada e sem saídas...
Você sente que os dias estão insuportáveis.
Durante a noite, seus pensamentos não param de ter relembrar dos momentos ruins.
Está difícil encontrar palavras para falar sobre seus sentimentos.
As crises de ansiedade estão saindo do seu controle.
Mesmo perto de outras pessoas, você se sente sozinha.
Você não se reconhece mais.


Veja como a terapia pode te ajudar
Enfrentar os sofrimentos da vida com mais leveza
Não é possível deixar de sofrer. Mas a vida não precisa ser pesada como tem sido para você.
Não viver mais na sombra do passado
Aquilo que não buscamos entender sobre nós mesmos, volta para nos controlar.
Desenvolver estratégias
Quando o sofrimento ultrapassa o recursos que temos, precisamos desenvolver novas formas de lidar com nós mesmos e com o mundo que nos cerca.
Tomar decisões importantes
Em momentos de crise, precisamos nos reconectar com quem somos para voltar a ver sentido nas nossas vidas e, então, tomar decisões que vão transformá-la.

Como é a terapia comigo?
Um espaço onde você não precisa chegar com respostas.
Não tem problema não saber por onde começar. Esse é um espaço sem julgamentos e que respeita o seu próprio tempo.
Construção de estratégias personalizadas
Para a psicanálise, a verdade é sempre particular a um sujeito. Isso significa que não há um protocolo ou uma resposta pronta que sirva para todas as pessoas. Aqui, vou ouvir você atenciosamente e vamos pensar juntos em uma saída que seja condizente com sua história.
Um olhar que considera o sujeito e o mundo
A forma como sofremos é atravessada pelas relações de classe, gênero, sexualidade e raça. Nada disso fica de fora da minha escuta clínica.

Com quem costumo trabalhar?
Embora atenda adultos e adolescentes de forma geral, a maior parte das pessoas que acompanho são mulheres brasileiras e imigrantes, que atravessam momentos de sofrimento, transição ou perda de sentido.
Muitas carregam histórias marcadas por violências explícitas ou silenciosas: relações abusivas, sobrecarga, discriminações, solidão, dificuldades nos vínculos ou a sensação constante de precisar dar conta de tudo. A essas experiências se somam outras dimensões, como classe social, raça, sexualidade e imigração, que atravessam a forma como cada pessoa vive e significa seu sofrimento.
Minha escuta parte da compreensão de que nenhuma história acontece isolada do mundo. Por isso, busco oferecer um espaço ético, acolhedor e livre de julgamentos, onde seja possível olhar para a singularidade de cada trajetória sem perder de vista as condições sociais que a atravessam.
Como mulher imigrante, também conheço, por experiência própria, algumas das dores e deslocamentos que esse percurso pode trazer.

