
Olá!
Meu nome é Juliana Mollet, psicóloga, psicanalista e pesquisadora.
Tenho 8 anos de experiência como psicóloga clínica, atendendo pessoas de todas as idades.
Durante o doutorado, morei um ano na Espanha e abri meus horizontes de mundo. Nunca mais parei de viajar desde então.
Atualmente, sou uma imigrante brasileira na França e continuo com meus atendimentos de forma online, ajudando pessoas do mundo todo a entenderem melhor suas dores.
CRP 06/67583

Como é a terapia comigo?
Um espaço onde você não precisa chegar com respostas.
Não tem problema não saber por onde começar. Esse é um espaço sem julgamentos e que respeita o seu próprio tempo.
Construção de estratégias personalizadas
Para a psicanálise, a verdade é sempre particular a um sujeito. Isso significa que não há um protocolo ou uma resposta pronta que sirva para todas as pessoas. Aqui, vou ouvir você atenciosamente e vamos pensar juntos em uma saída que seja condizente com sua história.
Um olhar que considera o sujeito e o mundo
A forma como sofremos é atravessada pelas relações de classe, gênero, sexualidade e raça. Nada disso fica de fora da minha escuta clínica.

Com quem costumo trabalhar?
Embora atenda adultos de forma geral, a maior parte das pessoas que acompanho são mulheres brasileiras e imigrantes, que atravessam momentos de sofrimento, transição ou perda de sentido.
Muitas carregam histórias marcadas por violências explícitas ou silenciosas: relações abusivas, sobrecarga, discriminações, solidão, dificuldades nos vínculos ou a sensação constante de precisar dar conta de tudo. A essas experiências se somam outras dimensões, como classe social, raça, sexualidade e imigração, que atravessam a forma como cada pessoa vive e significa seu sofrimento.
Minha escuta parte da compreensão de que nenhuma história acontece isolada do mundo. Por isso, busco oferecer um espaço ético, acolhedor e livre de julgamentos, onde seja possível olhar para a singularidade de cada trajetória sem perder de vista as condições sociais que a atravessam.
Como mulher imigrante, também conheço, por experiência própria, algumas das dores e deslocamentos que esse percurso pode trazer.

